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Sobre a "Lua de sábado"
- Marta Gaino

- 7 de jan. de 1996
- 1 min de leitura
Lua imensa, Amarela e quente A luz que irradias hoje Pegou-me desprevenida, Sem reservas. Entraste e iluminaste Minh´alma. Senti que querias Entrar em mim, Inundar-me com Tua beleza. Senti teu olhar de mãe, Quando tenta acudir um filho Senti teu olhar de amante, Quando quer sacudir um coração Senti os olhos dele quando me olham Quando captam meus pensamentos Quando fazem o que o coração lhes pede Senti sua boca suave Seu cheiro doce Senti que éramos, nos três, apenas um Naquele exato momento sobre o mar.



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