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Madrugadas amenas
- Marta Gaino

- 17 de set. de 2000
- 1 min de leitura
Não importa que seja fantasia Se me faz tão bem sonhar A ponto de transformar essa realidade Que vivo em dias mornos.
A delirar na delícia do encontro marcado Nas madrugadas em que não durmo Pensando onde poderei encontrar Quem me anime e complete
A cada dia diferente Nutrindo-me com amor, Prazer e carinho Etéreo, eterno e sozinho
A vagar nos espaços vazios De meu coração Que tenta dormir E esquecer tudo de manhã.



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