Buscar
De prontidão
- Marta Gaino

- 31 de jul. de 2001
- 1 min de leitura
Quem sou eu Que ando perdida, Sem rumo e sem vida Vivendo de sobras Das esperanças dos outros Que me incluem em seus sonhos Por gostarem de mim.
Quem sou eu Que luta por vencer Sem conhecer o inimigo que existe ao redor. Que entra pelos poros e ganha espaço, Dia a dia sem perceber Quando acaba a dor E começa o prazer.
De prontidão! Para me defender do que me invade E me derrota, me consola, me acode. Reduzindo-me a sonhos e fantasias Que deixo acontecer Como se de mim não fizessem parte Aplaudindo ao final.
Calma, quieta, Como se fosse normal, Ser regida de fora para dentro Por você, pelos outros Que encontro no caminho Sem interferir em meu destino. Morrer em paz
E pronto!



Comentários